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Por Toninho
Ter, 31 de Agosto de 2010 23:36 |
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| Chama inquieta |
| Coisa absurda, essa chama inquieta. Onde vou, tu me chamas De alguma canção, de qualquer porta aberta. Resistes a tempestades e ventanias Teu forte ser em meu ser se esconde: Ainda estás lá, entre as águas frias Jogo-te ao ar, sopro-te ao vento, peço preces A chuva gelada destruiu todo o verde Apenas tu, metal nobre, esmeralda, permaneces. Marilda Mendes -
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